De acordo com Moacir Gadotti, formar para a participação não é só formar para a cidadania, é formar o cidadão para participar, com responsabilidade, do destino de seu país e acrescenta que, a melhoria da qualidade da educação e das políticas educacionais está intrinsecamente ligada à criação de espaços de deliberação coletiva.
No Instituto Paulo Freire, Gadotti esclarece que costuma-se chamar de Participação Social aquela que se dá nos espaços e mecanismos do controle social como nas conferências, conselhos, ouvidorias etc. São os espaços e formas de organização e atuação da Participação Social. É assim que ela é entendida como categoria e como conceito metodológico e político pelos gestores públicos que a promovem.
Essa forma de atuação da sociedade civil organizada é fundamental para o controle, a fiscalização, o acompanhamento e a implementação das políticas públicas, bem como para o exercício do diálogo e de uma relação mais rotineira e orgânica entre os governos e a sociedade civil.
Partindo desses princípios colocados por Gadotti, a coordenadora do FME Fernanda Barbosa de Morais, enfatizou, em uma das reuniões, que estamos com uma quantidade razoável de representantes e acrescenta: "Acredito que vamos crescer muito ainda, assim que o Fórum for oficializado vamos poder pulverizar esse movimento".
Fernanda finaliza com uma reflexão: ‘Devemos deixar claro que independente do poder político da cidade o Fórum não pode ser ‘afetado’, ou influenciado, pois como está bem especificado em nosso regimento o mesmo é suprapartidário e visa políticas públicas e não politicas partidárias’, finaliza.
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| Fernanda Barbosa Morais Coordenadora do FME |

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