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Planejar a conferencia para qualificar as discussões municipais sobre a educação
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No geral, as conferências seguem uma mesma programação, como indicado no Regimento Interno da 3ª Conae: deve haver uma solenidade de abertura, apresentações culturais, um painel temático, plenária de aprovação do regimento interno, plenárias dos oito eixos do Documento Referência e plenária final.
O painel temático pode contar com um(a) palestrante convidado(a), que possa dar um panorama do cenário educacional nacional e/ou local e que traga subsídios e força para o início do processo de discussão da Conferência.
Nas plenárias dos eixos, os(as) participantes escolhem qual eixo do Documento Referência mais os(as) interessa, e são nessas plenárias que eles vão realizar a discussão e votação dos destaques e encaminhamentos das deliberações para a plenária final. A coordenação das plenárias devem ser exercidas por membros do FME ou da Comissão Organizadora, caso o município não tenha um fórum.
Também é possível realizar conferências livres ou pré-conferências. No caso de Santo André (SP), por exemplo, como se decidiu pela realização de uma Conferência Regional de Educação do Grande ABC (nos dias 2 e 3 de junho), a cidade acabou realizando só uma reunião aberta do FME, para retirar os(as) delegados(as) que irão representar o município na Regional.
É preciso também planejar a organização dos espaços e tempos da Conferência de Educação (credenciamento, intervalos, plenárias etc) e na oferta de lanches, transporte, almoço etc. Tudo isso com a perspectiva de garantir que mais gente participe da Conferência.
Fonte: ww.deolhonosplanos.org.br/passo-a-passo-como-planejar-as-conferencias-municipais-de-educacao/

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